segunda-feira, 2 de abril de 2012

Como fazer um portfolio


Aqui vão alguma dicas de como apresentar um bom portfolio.

Há algum tempo postamos uma mensagem de que vamos colocar os portfolios de nossos leitores, a partir dai passamos a receber diversos e-mails com os portfolios dos mais variados tipos.

Mas infelizmente a galera ainda tem vários erros mortais que eliminam até o melhor dos candidatos numa seleção, por isso que estou demorando tanto para postar os portfolios que prometi.

Para quem não conhece, o publicitário Eugênio Mohallem criou um Manual do Estágiário , é um guia e quase um dossiê de como montar um portfolio de arte para publicitário. O manual é tão bom que apesar de ser antigo, serve até hoje também para quem é designer ou quem já está no mercado a anos.
Se você não tiver paciência de ler (mas devia), aqui vão algumas dicas principais do que pode queimar seu filme no portfolio.

1ª) Jogue fora seu currículo. Como a imagem acima sugere, esqueça o currículo mesmo que online. Com um bom portfolio ninguém vai querer saber se você estudou na faculdade X ou Y, nem se você fez curso de inglês, muito menos o número do seu RG (tem gente que ainda põe isso). O selecionador vai se concentrar no que pode fazer por ele.
Você fez curso de Photoshop? Tô nem ai, tem gente que não fez e sabe mexer melhor do que você.
No lugar disso faça um resumo do seu perfil em 5 ou 6 linhas, pense como o Twitter, onde 140 caracteres bastam para mandar uma mensagem.

2ª) Não seja pato. É uma regra das boas agências não contratar profissionais patos.
O pato é um dos poucos animais da natureza que sabem andar, nadar e voar, mas não fazem nenhuma dessas coisas direito. Portanto você que é designer de embalagens, de logos, de revista, de vídeo, de web e afins por incrível que pareça vai ter menos chance no mercado. O melhor é se especializar naquilo que você melhor se encaixa.
É que nem minha prima, que fez administração e já tinha trabalhado numa confeitaria, e outro dia mandou currículo para o Bradesco sem dizer que cargo queria, depois de um tempo chamaram ela para copeira. Lógico que não aceitou, mas perdeu uma chance, pois alguém que poderia ter dado um emprego dentre tantos currículos leu o dela, mas não sabia o que ela queria.
Se mesmo assim você insistir nesta idiotice eclética por necessidade financeira, faça portfolios diferentes em sites diferentes onde quem visita um não tem como saber da existência do outro. Por exemplo Ilustração, Design, Publicidade, etc.

3ª) Tenha senso crítico. Coloque no seu portfolio apenas as melhores peças que você foi capaz de produzir. Eu sei que você passou noites em claro fazendo esses materiais e quando prontos são como um filho para você, mas nem todos nascem com a sua cara, ou a cara de como você quer parecer, então esconda o teste de DNA e negue qualquer envolvimento, diga que é filho do cliente.
Aliás, se o cliente aprovou  provavelmente não serve para seu portfolio. Todos bons designers e publicitários tem 80% a 100% de seus portifolios formado por peças fantasmas, por que você quer ser diferente?

4ª) Não basta ser fantasma, tem que causar espanto. Esta é a regra que todo mundo quer, que é a de fazer as melhores peças. Na verdade eu também não darei esta regra pois ela não existe.
Não existe uma fórmula ou um segredo para se fazer um bom portfolio. O que existe é muito trabalho, dedicação, tentativas e muitos erros. Só assim você poderá chegar a algum resultado.
Tirando aqueles estalos milagrosos que acontecem a cada 75 anos, pense que é necessárias 20 a 40 tentativas para sugir um bom logo ou anúncio.
Não plageie, mas você pode buscar inspiração em sites ou blogs especializados. Vai abaixo a lista de alguns dos que eu costumo ver, é bom salvá-los nos favoritos:
Assuntos Criativos (lógico), Choco La Design , Marketing na Cozinha , Design on the Rocks , Ads of the World , Puta Sacada , Bem Legaus , Caligraffiti , Espaço , Design in Box , Design Blog  e muitos outros (infelizmente não dá para colocar todos).
Imagine se algum de seus trabalhos está a altura de aparecer neles.

5ª) Como apresentar online? A não ser que você seja webdesigner, você não tem obrigação nenhuma de ter o site mais bonito da web. Lógico que a apresentação conta, mas um designer produto não precisa saber Flash ou código ActionScript no seu dia a dia e se ele souber, voltariamos com a história do "pato".
Você pode usar álbuns simples de fotos como o Picasa  ou o Flickr .
Mas se mesmo assim você acha que apresentação é tudo você pode contratar um bom WebDesigner e serviço de hospedagem ou usar o Carbonmade , o Deviantart , ou o Sites Google .
Não aconselho o uso de blogs. Eles têm a vantagem do selecionador poder assinar o RSS (o que quase nunca acontece), mas pecam pelo layout. Se optar pelo blog busque templates mais bonitos.
Atenção eu já vi sites muito sites bonitos com portfolios horríveis e me deu mais raiva do que se eu tivesse visto em outro lugar.

6ª) Poupe o tempo do selecionador. Provavelmente o selecionador também será seu futuro diretor de arte e o que ele menos quer é um subalterno que faça ele perder tempo. Como ele é um cara ocupado com tantos jobs em sua mesa, clientes te dando dor de cabeça e uma lista de portfolios para ver em sua caixa de entrada. Mostre que você é direto e prático desde antes dele te conhecer. Faça um portfolio objetivo com apenas 10 a 15 peças.
"Mas isso é pouco para mostrar o que sei. E meus outros filhos?" Como na história do twitter seja sucinto, se ele abrir uma página com o 50 trabalhos provavelmente vai fechar o navegador antes de ver os 5 primeiros que talvez nem sejam os melhores.
E quanto a história dos outros filhos, deixe isso para outro dia numa conversa informal.

Estas regras ainda são poucas, mas eliminam os erros mais graves.

Você que já enviou seu portfolio para nós e não publicamos é porque não gostamos ou não tivemos tempo. Tente fazer as alterações acima e enviar novamente .

Boa sorte!

Fonte: Assuntos criativos



Onde fica a porta de entrada do mercado?

Outro dia uma aluna perguntou sobre como começar no mercado, como conseguir clientes. É uma pergunta que já ouvi muitas vezes, de alunos, amigos, conhecidos e desconhecidos. Resolvi então escrever este artigo e dividir com vocês meus pensamentos sobre o assunto.
É realmente complicado dizer para qualquer pessoa que passos ela deve ou deveria dar, a experiência de um indivíduo em geral só serve para ele. Aquilo que eu faço para tentar conseguir conquistar um cliente pode ser funcional para mim, segundo meu jeito de ser, as características de meu portfolio e dos clientes que busco, mas as mesmas maneiras de agir podem ser um completo desastre comercial para outro fotógrafo.

Tive e tenho meu caminho na fotografia, mas ele começou há quase duas décadas, então haviam outras condições de mercado que não se assemelham em nada ao que temos hoje, a internet sequer existia, câmeras digitais também não e tudo o que vem junto com essas duas invenções, como a popularização da fotografia, o uso de redes sociais e tantas outras coisas que revolucionaram e mudaram por completo o mercado de imagem.

Mas algumas coisas não mudam e essas costumo apresentar em minhas palestras sobre vendas e marketing, e costumo usar como resposta a quem me pergunta sobre entrar no mercado. São em geral as palavras mais chatas e desanimadoras para se dizer a alguém, mas acho que se ninguém falar, muitos continuarão batendo com suas caras em portas por aí.





Tem coisas que não tem jeito, talvez a pior delas seja o fato de que não se entra no mercado com pressa, de um dia para o outro, nem de um ano para o outro, a curva de subida de um fotógrafo no mercado é grande e lenta, isso sempre foi assim e continua sendo. Do dia em que um fotógrafo se inicia, por exemplo se formando em um curso básico de fotografia, não leva menos de 2 ou 3 anos para começar a ter clientes de forma estável e assim ter um rendimento constante. Isso pouco se relaciona com talento ou capacidade técnica, mas com questões de confiança de mercado, com o fato dos consumidores começarem a perceber quem você é e ter confiança para finalmente lhe contratar.

Outro dia em uma palestra em João Pessoa para o projeto Retrato Social eu disse o seguinte aos ouvintes:

“Quantas pessoas vocês conhecem que se casaram, tiveram filhos, que abriram um comércio, produzem alguma coisa seja artesanalmente ou numa empresa e que nunca contactou um de vocês para a elaboração de fotos de todos esses acontecimentos?”

Quando alguém responde positivamente a isso percebe que as pessoas mais próximas a ela não a procuram quando precisam de fotos. Sendo assim, há algo de muito errado na forma como esse fotógrafo deixa o mundo saber o que ele faz.




  
Divulgação de trabalho, e consequentemente ter clientes, começa assim, de seus círculos mais próximos para depois os mais distantes. Faça um exercício e reveja sua lista de contatos, familiares, amigos e parentes distantes e divulgue para eles. Peça para que essas pessoas divulguem seu site e portfolio, afinal, se nossos amigos e parentes não fizerem isso, ninguém fará.

Tenho amigos no mundo todo divulgando meu trabalho através das redes sociais como Twitter, Facebook e Google+, no começo eu pedia para eles fazerem isso, a cada vez que produzia algo de novo e interessante mostrava a eles e perguntava se podiam passar adiante, como um favor, hoje eles fazem isso sem que eu peça por que me percebem como artista e gostam do que faço, tive que cultivar isso e esse cultivo leva tempo.

Agora, tenha a certeza de que tudo o que escrevi acima só funciona se na base houver um portfolio realmente bom, com qualidade técnica e artística, com fotografias que as pessoas gostem de ver e de fato queiram mostrar para seus contatos, pois bons fotógrafos existem aos montes, provavelmente aos milhões, então para ter destaque no mercado é necessário ser melhor que a média, e isso exige estudo e dedicação constantes.

Tendo um excelente portfolio e mostrando suas imagens para o mundo através de seus contatos em redes sociais, vender seu trabalho será consequência, e não um resultado a ser perseguido.

Para vocês terem idéia do poder das redes sociais, me tornei colunista e colaborador do Fotografia-DG graças ao conteúdo que eu posto no Twitter, e graças aos textos que aqui publico, fui convidado a dar uma palestra sobre mercado de fotografia, vendas e marketing na cidade de João Pessoa, estado da Paraíba, no nordeste brasileiro. Ilustro este texto com imagens que fiz exatamente na cidade de João Pessoa. Essas fotos, a palestra que apresentei lá, e vários amigos que fiz, só foram possíveis graças ao uso de redes sociais. Pense nisso.

Nos falamos em breve. 

[]’s


Fonte: Fotografia



Autor:

Armando Vernaglia Jr

Armando Vernaglia Jr tem mais de dez anos de experiência como fotógrafo publicitário e diretor de arte. Graduado em Publicidade e Propaganda e especializado em Comunicação Organizacional, é também professor de fotografia e palestrante. Seu trabalho pode ser conhecido em seu site - www.vernaglia.com.br . E você também pode seguí-lo no Twitter @VernagliaJr

terça-feira, 27 de março de 2012

Hércules Florence


O Inventor da Fotografia No Brasil

O autorretrato do inventor

Diploma da Maçonaria, 
primeiro registro fotográfico oficial de Hércules Florence, de 1832.A fotografia é, sem dúvida, uma das grandes invenções do século XIX que revolucionaram as formas de criar e consumir a arte. A primeira fotografia data de 1826, pelas mão dos francês Joseph Nicéphore Niépce, que cunhou a técnica de heliografia. Contudo, ao longo dos anos, atribuiu-se a criação da mesma pelas mãos de diversos homens em diferentes locais do mundo. A fotografia não é a invenção de um homem só. Em 1835, Louis Jacques Mandé Daguerre, também francês, prosseguiu os experimentos de Niépce, levando-o a descoberta decisiva da primeira imagem fixa pela ação direta da luz. Já na Inglaterra, William Fox Talbot evoluiu ainda mais na descoberta utilizando-se de papéis fotossensíveis com reagentes químicos para produzir uma imagem positiva.Praticamente na mesma época, no Brasil, o francês aqui radicado conhecido como Hércules Florence, desenvolvia técnicas avançadas que o fizeram conseguir resultados superiores à Daguerre. Florence, no entanto, por estar consideravelmente afastado da Europa, só obteve reconhecimento por seu invento criado em 1832 mais de um século e meio depois, em 1976, através de esforços do fotógrafo e historiador brasileiro Boris Kossoy. Através de registros em seu diário em 1834 comprova-se que Hércules Florence foi o primeiro homem a cunhar o termo photographie.Nascido Antoine Hercule Romuald Florence em 1804 em Nice, na França, o inventor veio a fixar residência no Brasil com apenas 20 anos, mais precisamente na cidade de Campinas, no interior de São Paulo. Florence trabalhou por um tempo como caixeiro e logo em seguida foi trabalhar em uma livraria e tipografia, onde pode desenvolver seus talentos natos de desenhista. Por ser um exímio artista desde a infância, ele acabou por juntar-se a uma expedição para o interior do Brasil, inclusive passando pela Amazônia, para ocupar-se dos registros visuais da viagem. A expedição comandada pelo naturalista alemão Georg Heinrich von Langsdorff teve papel decisivo na descoberta da fotografia por Hércules Florence, que de 1825 a 1829 registrou incansavelmente e com grande precisão nos detalhes, a natureza e os habitantes dos então confins do Brasil.Na imagem abaixo é possível perceber tal apreço pela minúcia que eventualmente impulsionou Florence a buscar novas formas de registro, além de colocá-lo, ao lado de Aimé-Adrien Taunay, que o acompanhou na expedição, como pioneiros da geografia e história brasileira.
     



MAIS FLORENCE...


Biografia

Desde pequeno Hércules Florence demonstrou possuir notável talento para o desenho. Ao ler Robson Crusoé, de Daniel Defoe, apaixonou-se pela vida no mar. Em 1820, com apenas 16 anos, tornou-se grumete. Esteve em Mônaco, na Holanda e na Bélgica. Em 1824 chegou ao Brasil a bordo da fragata Maria Thereza, aportando no Rio de Janeiro. A fragata ficou estacionada um mês e seguiu seu trajeto, porém sem o jovem Florence, que se fixaria no Brasil por toda a vida. Obteve emprego, inicialmente, como caixeiro numa casa de roupas, transferindo-se, logo a seguir, para o estabelecimento de outro francês, Pierre Plancher, proprietário de uma livraria e uma tipografia.

A Expedição Langsdorff

Um ano depois, Florence ficou fascinado com a perspectiva de realizar uma viagem pelo interior do Brasil. Sua grande aventura teve início quando foi informado de que um naturalista alemão, o Barão Georg Heinrich von Langsdorff, pretendia empreender uma expedição científica por várias províncias do país, incluindo a Amazônia, e necessitava de um desenhista. Florence conseguiu ser admitido no cargo pelo seu talento artístico e pelos seus conhecimentos de cartografia. Juntamente com Aimé-Adrien Taunay completou a dupla de desenhistas incumbida de realizar a documentação iconográfica ao longo do extenso trajeto da expedição. Deve-se a Florence o relato completo dessa aventura, percorrida ao longo de 13.000 quilômetros entre os anos de 1825 a 1829, assim como a maior parte da documentação iconográfica. Nela se percebe sua preocupação em registrar com rigor científico a natureza e os índios das regiões visitadas. Essa coleção de imagens é de valor inestimável para os estudos antropológicos e etnográficos, conforme é atestado por cientistas brasileiros e estrangeiros.Após seu retorno da expedição, contraiu núpcias com Maria Angélica A. M. Vasconcelos, filha de importante político paulista, fixando residência na pacata vila de São Carlos(Campinas).

Primeiras invenções:

a Zoofonia, a Poligrafia e a Fotografia

Pretendendo publicar um estudo que fizera sobre os sons emitidos pelos animais, produto de suas observações anotadas na selva durante a expedição (o qual intitulou "zoophonie"), deparou com a inexistência de oficinas impressoras na Província de São Paulo. Decidiu então idear seu próprio método de impressão, a Poligraphie, e em 1832, já se encontrava estabelecido comercialmente oferecendo ao público seus escritos e desenhos, além de manter, ao mesmo tempo, uma loja de tecidos. Observando o descolorimento que sofriam os tecidos de indianas expostos à luz do sol e informado pelo jovem boticário (e futuro botânico de nomeada) Joaquim Correia de Melo das propriedades do nitrato de prata, deu início às suas investigações sobre fotografia. Suas primeiras experiências com a câmera obscura datam de janeiro de 1833 e encontram-se registradas no manuscrito Livre d'Annotations et de Premier Matériaux. Mais de 150 anos depois, o exame detalhado desse manuscrito por Boris Kossoy levou-o a comprovar o emprego pioneiro de Florence da palavra "photographie", pelo menos cinco anos antes que o vocábulo fosse utilizado pela primeira vez na Europa.

Outras atividades e invenções

Florence foi ainda pioneiro da imprensa em Campinas ao fundar, em 1836, O Paulista, primeiro jornal do interior da Província de São Paulo. A proliferação em Campinas de bilhetes falsos de banco induziu-o a inventar um novo método de impressão para evitar falsificações, sobre o que publicou um folheto de 14 páginas. Em 1843 a Academia de Ciências e Artes deTurim declarou que o seu invento tinha algo de novo, com propriedades contrabalançadas com defeitos, mas que merecia a proteção do Governo de Sardenha.Em 1847, Florence descreveu o emprego dos "Typo-sílabas", ideia precursora da taquigrafia.Florence enviuvou em 17 de janeiro de 1850, mas quatro anos depois casou-se novamente, desta vez com Carolina Krug, de origem alemã, com a qual teve sete filhos. O casamento ocorreu em 4 de janeiro de 1854. Florence já contava então 50 anos.Em 1860 inventou a "pulvografia", a impressão por meio do pó. Em 1877 foi eleito membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. No fim da sua vida, dedicava-se à agricultura.

Obras

FLORENCE, Antoine Hercule Romuald. Ensaio sobre a impressão das notas de banco por um processo totalmente inimitável, precedido por algumas observações sobre a gravura das mesmas notas, e o modo de se conhecer as que são falsas. Campinas: Tipografia de Costa Silveira, 1841.
FLORENCE, Antoine Hercule Romuald. Zoophonia. Revista Trimensal do Instituto Histórico Geographico e Ethnographico do Brasil. Rio de Janeiro: B.L. Garnier, tomo XXXIX, parte segunda, 1876, p. 321-336.
FLORENCE, Antoine Hercule Romuald. Viagem fluvial do Tietê ao Amazonas de 1825 a 1829 São Paulo: Editora Cultrix, 1977.

Bibliografia
  • BOURROUL, Leão Estevão. Hércules Florence. São Paulo: Tipografia Andrade Mello & Comp., 1900.
  • FONSECA, Dayz Peixoto. O Viajante Hércules Forence: águas, guanás e guaranás. Campinas (SP): Pontes, 2008.
  • KOSSOY, Boris. Hercules Florence - 1833 - a descoberta isolada da fotografia no Brasil (2ª ed.). São Paulo: Duas Cidades, 1980.
  • KOSSOY, Boris. Fotografia e História, São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. ISBN 85-7480-060-0
  • MONTEIRO, Rosana Horio. Descobertas múltiplas – A fotografia no Brasil (1824 – 1833). São Paulo: FAPESP, 2001.
  • Expedição Langsdorff ao Brasil, Iconografia da Academia de Ciências da União Soviética. Rio de Janeiro, Alumbramento, 1988, 3 vols.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Fotografia - História II

19 Agosto - Dia Mundial da Fotografia
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Fotografia - História I

Linha do tempo da fotografia
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Norwegian Wood

As fotos da sessão que originou a capa do álbum “Abbey Road”, dos Beatles
O site Norwegian Wood, fã-clube norueguês dos Beatles, disponibilizou on-line todas as fotos da sessão que originou a capa do álbum “Abbey Road”. Lançado em setembro de 1969, “Abbey Road” é o 12° álbum da banda britânica e leva o mesmo nome da rua de Londres onde está localizado o lendário estúdio Abbey Road. A famosa fotografia da capa do álbum foi capturada pelo fotógrafo Iain Macmillan, um mês antes do lançamento do disco. A sessão durou pouco mais de dez minutos. Foi desta foto que surgiu a lenda de que Paul McCartney estaria morto, pois na foto ele aparece atravessando a rua de pés descalços.



Astronomy Picture of the Day Archive

Uma foto por dia desde 1995
O Astronomy Picture of the Day Archive é o maior acervo de fotografias espaciais da internet. O projeto, mantido pela Nasa e pela Universidade Tecnológica de Michigan, faz um registro diário do Sistema do Solar desde 16 de junho de 1995 até a data atual. São mais de cinco mil imagens arquivadas por data e divididas entre estrelas, galáxias, cometas e planetas. Cada imagem traz uma curta explicação escrita por um astrônomo.
Fonte: nasa