quarta-feira, 4 de abril de 2012

Fotos de Paris com 100 anos de diferença


A Lens Culture é uma revista on-line com enfoque na fotografia contemporânea internacional. O projeto traz um grande acervo com fotógrafos de mais de 100 países. Um dos destaques do site são os registros de Paris do francês Eugene Atget, feitos entre 1900 e 1927. Em 1997 o americano Robert Rauschenberg, um dos papas da pop art, refez os passos de Eugene Atget, clicando os mesmo ângulos e paisagens da Cidade Luz com quase 100 anos de diferença. O resultado impressiona: depois de quase um século, pouca coisa mudou. 





70 mil imagens dos oito maiores fotógrafos da história


O site Alafoto disponibilizou, para uso não comercial, cerca de 70 mil imagens dos oito maiores fotógrafos da história. As fotografias cobrem o período de 1920 a 2010. Fazem parte da galeria “Genialíssimo”, espécie de hall da fama do Alafoto, os fotógrafos norte-americanos Ansel Adams, um dos responsáveis pela aceitação da fotografia como forma de arte; Irving Penn, um dos mais prolíficos fotógrafos de moda do século 20;  Dorothea Lange, que entrou para a história ao percorrer, nos anos 1930, 22 Estados do Sul e Oeste dos Estados Unidos, recolhendo imagens que documentam o impacto da Grande Depressão na vida dos camponeses; e Richard Avedon, conhecido como o mestre do retrato e responsável por criar um novo conceito de fotografia de moda. Ainda fazem parte da galeria “Genialíssimo” do Alafoto o alemão, naturalizado australiano, Helmut Newton, famoso por seus estudos de nus femininos; o franco-estadunidense Elliott Erwitt, especializado em fotografia documental e conhecido por suas fotos em preto e branco cheias de ironia e situações absurdas; o francês Henri Cartier-Bresson, considerado o pai do fotojornalismo, e, para muitos, o maior fotógrafo que já existiu; e o germano-americano Horst P. Horst, aluno e amigo de Le Corbusier, reconhecido como o maior fotógrafo de celebridades do mundo na primeira metade do século 20. 




Fonte:Alafoto


Fotógrafo que fundiu dia e noite em Nova York


quer fazer o mesmo no Rio




Fonte:Globo

Colaboração: Rodrigo Gorski
20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson


O site Al Fotto disponibilizou, para uso não comercial, cerca de 20 mil imagens do lendário fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson, considerado um dos mais importantes fotógrafos do século XX e o mais influente de todos. O pai do fotojornalismo moderno, nasceu em 1908, em Chanteloupe, na França, e morreu em 2004.  Sua fotografia foi influenciada pelo húngaro André Kertész. Bresson teve inúmeros discípulos, que também se tornariam lendas da fotografia, entre eles Robert Doisneau, Willy Ronis e Edouard Boubat.  Suas fotografias estamparam as revistas mais importantes e famosas do mundo como “Life”, “Vogue” e “Harper's Bazaar”. Foi ele quem fotografou os últimos dias de Ghandi, além de ser autor de uma extensa galeria de fotografias icônicas, entre elas de Pablo Picasso, Braque, Alberto Giacometti, Henri Matisse, Paul Claudel, Paul Valéry, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir e Albert Camus. Foi também o primeiro fotógrafo da Europa Ocidental a registrar a vida na União Soviética de maneira livre. O jornalista Truman Capote o descreveu como um homem apaixonado pelo seu ofício: “Ele dançava na calçada como uma libélula inquieta, três grandes Leica penduradas ao pescoço, a quarta colada ao olho, tac-tac-tac, disparando cliques com uma intensa alegria e uma concentração religiosa de todo o seu ser. Nervoso e alegre, dedicado ao seu ofício, Cartier-Bresson é um homem solitário no plano da arte, uma espécie de fanático”. 




Fonte: Alafoto
O maior acervo de fotografias históricas da internet
Em 2008 a revista “Life”, em parceria com o Google, disponibilizou 30% de seu gigantesco acervo fotográfico na internet. Grande parte dessas fotos nunca foi publicada. É possível encontrar imagens históricas e icônicas divididas em cinco categorias: pessoas, lugares, eventos, esporte e cultura. Atualmente o acervo disponível para consulta tem cerca de quatro milhões de fotos e compreende o período de 1860 a 1970. 


Fonte: images

10 fotos de longa exposição surpreendentes

por Redação Galileu

Fotos de longa exposição já possuem uma pré-disposição para ficarem interessantes. O efeito é alcançado ao deixar o obturador da câmera aberto por um período prolongado de tempo, o que resulta na captura de elementos fixos da cena em detalhes nítidos e no desfoque dos elementos que se movem.

O site WebUrbanist fez uma seleção de alguns bons exemplos de como uma foto de longa exposição pode ficar surpreendente. Confira alguns:


Editora Globo
"A Haunted Trail", por Joshua Debner

Editora Globo
"Casa Loma", por Paul Bica
Editora Globo
"Dune Blazers", por Alisdair Miller
Editora Globo
"Elakala Waterfalls Swirling Pool", de Wikimedia Commons

Editora Globo
"Fun in Amsterdam", por Josef Stuefer

Editora Globo
"Kundalini Bonfire", por Dennis Calvert

Editora Globo
"Niagara Falls", por John Ryan

Editora Globo
"Wheeeeeeeeeeeeeeel!", por Guillame Vigoreaux

Editora Globo
"STATIC", por Maxxsmart

Editora Globo
"You’re My Boy Blue", por Geraint Rowland




Foto mais cara do mundo é tão cara quanto blasé

  • Por Andrew Tarantola
Andreas Gursky é famoso por suas paisagens coloridas incríveis, apesar de a foto acima ter apenas cinza e verde. E mesmo assim ela virou a fotografia  mais cara do mundo, custando US$4,3 milhões.
Trata-se da “Rhein II”, de Gursky, uma foto de um famoso rio na Alemanha. Ela entrou em leilão na Christie’s na terça, derrubando o o recorde anterior de US$3,9 milhões pela foto de Cindy Sherman, “Untitled #96″, vendida em maio. Ironicamente, a “Untitled #96″ havia destronado um trabalho anterior de Gursky, “99 Cent II Diptychon”, que foi vendido por US$3,35 milhões em 2006. Interessante saber que o mercado de fotografia artística de alto padrão está movendo a economia nesses tempos turbulentos. [BuzzFeed]